Bem-vindo ao BLOG DO LUCAFE

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Moto alegórica para o carnaval!!!

Consequências do Carnaval... para não errar o nome dela na cama!!!

Chegou o carnaval!!!


As vinte mais sensacionais cantadas de pedreiro!!!

1. Você é o ovo que faltava na minha marmita.
2. Eu beberia o mar se Você fosse o sal.
3. Não sabia que flor nascia no asfalto.
4. Tô fazendo uma campanha de doação de órgãos! Não quer doar seu coração pra mim não?
5. Nossa, Você é tão linda que não caga, lança bombom! (NOTA 10)
6. Ohhh… essa muié e mais um saco de bolacha, eu passo um mês…
7. Você é sempre assim, ou tá fantasiada de gostosa?
8. Você é a areia do meu cimento.
9. Ahhh se eu pudesse e meu dinheiro desse!
10. Suspende as fritas…. o filé já chegou!
11. Você não usa calcinha, você usa porta-jóia.
12. Aé cremosa… Vou te passar no pão e te comer todinha!!
13. O que que esse bombonzinho está fazendo fora da caixa??
14. Você não é pescoço mais mexeu com a minha cabeça!
15. Sexo mata!!! Quero morrer feliz!
16. Vamos pra minha casa fazer as coisas que eu já falei pra todo mundo que a gente faz?
17. Você é a lua de um luau…. Quando te vejo só digo - uau uau!
18. Nossa, quanta carne…. e eu lá em casa comendo ovo!
19. Essa sua blusa ficaria ótima toda amassada no chão do meu quarto amanhã de manhã!
20. Se você fosse um sanduíche teu nome ia ser X-Princesa…

TEM GENTE QUE É ASSIM: FALA SEM DIZER NADA...

Somos muitos redundantes. Repetimos, obcecados, as mesmas idéias que já formulamos. Na mesma frase acumulamos informações superpostas, congestionando o trânsito verbal. Empilhamos uma em cima da outra ( e seria possível empilhar de outra forma?) as palavras dessa torre de babel. Perdemos tempo (nosso e alheio) empregando demasiado tempo para dizer que o tempo não se pode perder. Acrescentando ao dito o que, não-dito, melhor seria não dizer.
Quando eu chovo, chovo no molhado, o que provoca uma enchente de idéias inúteis. O velho subir para cima. O mais velho ainda descer para baixo.


Um escritor anuncia na entrevista: Estou escrevendo a minha autobiografia”. Maior feito literário seria escrever a autobiografia de uma outra pessoa.

O político afirma no discurso: “Não há outra alternativa!” Mau sinal...Por que mencionar esta outra, uma vez que alternativa significa justamente outra opção?

O garçom comunica: “Servimos canja de galinha”. A canja só pode ser de galinha, a menos que falte galinha nessa canja.

O médico pontifica: “O terçol nos olhos é um problema corriqueiro.” Então porque não deixar a palestra para o dia em que o terçol afetar outros órgãos?

A socióloga debate: O elo de ligação que une essas pessoas...”
O historiador observa: “Os faraós do Egito...”
O economista analisa: Os preços aumentaram mais...”
A professora interpreta: “O principal protagonista do romance...”
O cantor canta: Detalhes tão pequenos...”
Alguém, cansado de tanta redundância, diz: Precisamos encarar de frente esse problema da redundância!” Se fôssemos encarar de costas seria uma senhor torcicolo!
Texto de Gabriel Perissé.